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Evento: A Sustentabilidade como propósito nas Organizações, 31/10/2022 - Instituto da Transformação Digital - ITD

A Sustentabilidade como propósito nas Organizações

31/10/2022 - ONLINE

Podemos olhar para o tema da Sustentabilidade a partir de diferentes lentes. 

Se fazemos isso usando a lente social, percebemos que a Sustentabilidade se relaciona em vários níveis com a Diversidade, a Ética, a Inclusão e com o Bem Estar Social. 

Ao usarmos a lente do Meio Ambiente, entendemos que a Sustentabilidade está intrinsecamente relacionada ao uso consciente de recursos naturais, ao respeito e preservação dos Biomas característicos dos diferentes territórios (temos alguns Biomas característicos no Brasil), e a manutenção e preservação da natureza, em toda sua ampla diversidade, para as gerações futuras - e aqui é importante entendermos que a diversidade da natureza inclui nós, os seres humanos.

Se usarmos as lentes da Economia, iremos perceber que há algum tempo está se constituindo um movimento muito importante e, arrisco a dizer, irreversível, que usa a Sustentabilidade como base para o desenvolvimento de novos parâmetros de crescimento, geração de riqueza e renda.

A partir desses parâmetros, inclusive, existem fatores que apontam para um decrescimento da Economia em escala global. 


Parece assustador, mas, na verdade não é, pois esse decrescimento não significa menor geração de riqueza e renda. Antes, significa uma nova postura frente aos pilares que suportam o desenvolvimento econômico e produtivo (em diferentes dimensões) até a atualidade.

Certo, o que estou querendo dizer com isso? Bem, primeiro que foi-se o tempo em que a Sustentabilidade era uma escolha, especialmente para empresa/organizações e para o mercado.

Chegamos ao momento em que as empresas são ou não são sustentáveis, incorporam ou não incorporam a Sustentabilidade aos seus processos, práticas e cultura organizacional. Mal comparando, é mais ou menos o que aconteceu com o tema “Qualidade” no início dos anos 90 no Brasil, após a abertura para o mercado externo e importação de bens e serviços. Naquele tempo, a empresa que tivesse “Qualidade” possuía um diferencial frente a seus concorrentes.

Lembro a corrida que foi, em escala nacional,  para muitas empresas readequarem padrões produtivos conforme as normas internacionais de Certificação de Qualidade. Muitos encaravam essa readequação como um desperdício de investimentos, não compreendendo o quanto as Certificações poderiam contribuir para a geração de novos mecanismos para viabilizar lucratividade. 


Como disse, mal comparando, podemos alinhar essa percepção ao que ocorre hoje com a Sustentabilidade, em todas suas dimensões - ambiental, econômica, social e, por que não?, cultural também.

Muitas empresas que vêm incorporando as dimensões da Sustentabilidade estão encontrando meios diferentes de gerar riqueza e renda sem, para tanto, precisar produzir mais. Existem várias maneiras de potencializar essa perspectiva.

Uma delas, por exemplo, é incorporando princípios da Circularidade aos processos de produção e descarte de produtos. Outra, é buscando formas de uso de recursos - como energia - que sejam “limpos” e que possam inclusive repor e/ou retribuir recursos utilizados. 


E, aí, chegamos a um ponto muito comentado hoje, em diferentes esferas: ao ESG, ou traduzindo ao português, ao ASG. Trata-se de uma sigla que quer dizer Ambiental, Social e Governança.

O ASG é a maneira como o mercado, a partir da pressão sofrida devido a transformação dos hábitos de consumo, tem incorporado a Sustentabilidade e potencializado novos meios de valorização.

Mas, o que significa incorporar as dimensões da Sustentabilidade via a tríade do ASG nas empresas/organizações hoje?

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